Pesquisa
Produção e articulação de conhecimento científico.
O Observatório da Agricultura Familiar é uma rede formada por núcleos de pesquisa, pesquisadoras, pesquisadores e organizações parceiras dedicada à produção, sistematização, análise e disseminação de dados e informações científicas sobre a agricultura familiar brasileira e suas relações com os sistemas alimentares.
Nossa força está em conectar pesquisa, dados, territórios, instituições e comunicação pública, transformando conhecimento científico em evidências úteis para diferentes públicos.
Produzimos, sistematizamos, analisamos e comunicamos dados e conhecimentos científicos para fortalecer políticas públicas, mercados e ações da sociedade civil.
Produção e articulação de conhecimento científico.
Bases, indicadores, séries históricas e painéis.
Leituras sociais, produtivas e espaciais do rural.
Análise rigorosa para orientar decisões públicas e institucionais.
Rede científica, institucional e territorial.
O rural brasileiro é plural. A agricultura familiar reúne diferentes modos de vida, sistemas produtivos, relações com mercados, políticas públicas, territórios e desafios socioambientais. O Observatório nasce para produzir, organizar e interpretar essa complexidade.
Produzir e disseminar conhecimento científico e informações qualificadas sobre a agricultura familiar brasileira, incidindo em políticas públicas, mercados e ações da sociedade civil para fortalecer sistemas alimentares sustentáveis, justos e diversos.
Atuar como uma agência de dados, informações e inteligência científica sobre a agricultura familiar brasileira, organizada em rede para produzir, sistematizar, analisar e comunicar evidências, incidindo em políticas públicas, mercados e ações da sociedade civil.
Premissa central: conhecer a agricultura familiar em sua diversidade, disseminar conhecimento em linguagem pública e incidir a partir de evidências científicas.
A atuação combina pesquisa acadêmica e aplicada, organização de bases, construção de indicadores, monitoramento de políticas e mercados, estudos territoriais, sistematização de experiências e comunicação científica.
Produzir, organizar e interpretar dados, indicadores, análises e evidências científicas sobre a agricultura familiar brasileira em sua diversidade.
Transformar dados e conhecimentos em linguagem pública acessível, aproximando a produção científica de gestores, organizações, mercados, imprensa, pesquisadores e sociedade civil.
Converter evidências em comunicação pública, recomendações, advocacy e subsídios técnicos para decisões mais qualificadas.
A leitura dos sistemas alimentares oferece o pano de fundo para compreender a agricultura familiar em suas relações com produção, financiamento, extensão rural, mercados, abastecimento, consumo, territórios e desafios socioambientais.
Quem são, como vivem, produzem, se organizam e se diferenciam os agricultores familiares.
Sistemas produtivos, recursos, tecnologias, agroecologia, bioinsumos e estratégias de diversificação.
ATER, mediação de conhecimentos, inovação, acesso a políticas e permanência nos territórios.
Reconhecimento do trabalho, protagonismos, desigualdades e participação na vida produtiva e social.
Canais de venda, circuitos curtos, compras públicas, cooperativismo e estratégias de agregação de valor.
Acesso ao financiamento, PRONAF, desigualdades regionais, barreiras e novas soluções financeiras.
Vulnerabilidades, impactos, adaptação e fortalecimento da resiliência socioambiental.
Comunicação científica, dados públicos e advocacy baseado em evidências conectando pesquisa e decisão.
A governança combina direção científica, coordenação executiva, capacidade técnica, cooperação em rede, parcerias institucionais e sustentação jurídico-administrativa.
A estrutura busca garantir unidade estratégica, qualidade metodológica, autonomia analítica, transparência e funcionamento colaborativo.
Orienta a direção geral da rede, fundamentos, eixos, agendas prioritárias e qualidade científica dos produtos.
Reúne núcleos, pesquisadoras, pesquisadores e instituições que constroem a capacidade científica e cooperativa.
Ampliam cooperação técnica, territorial, financeira, pública e institucional em projetos e agendas compartilhadas.
Executa atividades de pesquisa, dados, análise, comunicação, conteúdos, sistematização e apoio aos projetos.
Viabilizam iniciativas estratégicas com recursos, cooperação institucional, sustentabilidade de projetos, difusão técnica e impacto social.
Oferece sustentação jurídica, administrativa e operacional, apoiando projetos, recursos e instrumentos institucionais.
O Observatório preserva sua independência analítica diante de governos, financiadores, atores políticos, organizações sociais, agentes de mercado e demais parceiros.
A configuração em rede amplia a capacidade de pesquisa, a diversidade territorial, o diálogo interdisciplinar, a produção de dados, a construção de metodologias e a circulação qualificada de resultados.